domingo, 10 de maio de 2009

II Semana de Ambiente da Juventude

O Instituto envolve jovens dedicados a ações socioambientais no Brasil e desde sua criação em 2005, propondo, fomentando e acompanhando as Políticas Públicas relacionadas à Juventude e Meio Ambiente. O Instituto Socioambiental ÓIKOS está presente em diversas instâncias de deliberação, entre elas a Rede Nacional da Juventude pelo Meio Ambiente (REJUMA), o Conselho Estadual de Juventude, Rede Nacional de Grupos, Movimentos e Organizações de Juventude (RENAJU) e a Rede Brasileira de Educação Ambiental.

O evento visa oferecer a juventude informação, trocas de experiências, vivências e debate em torno da temática ambiental. Tendo como objetivo promover ações concretas na busca de uma sociedade sustentável. Proporcionando assim, uma forma diferenciada de se comemorar o Dia Nacional do Meio Ambiente, integrando a juventude com a sociedade, de forma lúdica e prazerosa.

A II Semana de Ambiente da Juventude será realizada no Rio de Janeiro, como um local estratégico para os Movimentos de Juventude e Meio Ambiente, quanto pelo contexto estadual que encontra-se em processo de elaboração da Proposta de elaboração do Programa Estadual de Juventude e Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, cujas contribuições e reforço positivo do Instituto vê cultivar uma grande parceria para experiências que podem ser multiplicados e reeditados em muitos outros lugares.

A estratégia é empoderar, forma, instrumentalizar e fortalecer os movimentos de juventude pelo meio ambiente do Estado do Rio de Janeiro a partir dos saberes locais para que possam ser anfitriões do evento, de modo que a sua capacidade de mobilização e organização seja a grande contribuição do Instituto Socioambiental ÓIKOS.

A II Semana de Ambiente da Juventude acontecerá de 15 a 21 de junho de 2009, na Sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, na Rua da Candelária, nº11 – Centro, Rio de Janeiro.

Para maiores informações, por favor, entre no site http://semanadeambientedajuventude.ning.com ou pelo e-mail: semanadeambientedajuventude@gmail.com

REALIZAÇÃO:

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APOIO:

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PARCEIROS:

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domingo, 19 de abril de 2009

A juventude ambientalista na atualidade brasileira

Segundo pesquisas do Instituto Juventude, de 2003, o Brasil possui cerca de 50 milhões jovens entre 16 e 29 anos, no qual 55% são de famílias que vivem oficialmente com menos de 1 salário mínimo por mês, 50% não estudam, e está nesta faixa etária 50% dos desempregados e desempregadas do país.

A situação na qual a juventude brasileira vivencia na atualidade, é um dos indicadores da moléstia social que nos acomete, uma vez que neste cenário figura-se uma crise ambiental sem precedentes. A juventude brasileira necessita urgentemente de Políticas Públicas.

Ao mesmo tempo, as pesquisas revelam que mudanças globais estão acontecendo nas mais variadas esferas mundiais e nos mais remótos lugares do mundo, tudo isso aponta para ações extensivas ao longo das próximas décadas, para a mitigação, adaptação e reversibilidade dos impactos da ação humana nos ciclos do planeta.

O Capítulo 25 da Agenda 21 Global, em seu artigo 2 aponta que “é imperioso que a juventude de todas as partes do mundo participem ativamente em todos os níveis pertinentes dos processos de tomada de decisões, pois eles afetam sua vida atual e tem repercussões em seu futuro.Além de sua contribuição intelectual e capacidade de mobilizar apoio, os jovens trazem perspectivas peculiares que devem ser levadas em consideração.”

Nesta perspectiva vê-se que a parte da população mais responsabilizada pelas profundas transformações dos modelos sociais nos curtos prazos viáveis, é justamente aquela menos formada, estruturada e apoiada para tal.

Assim, para uma intervenção eficiente contra o processo de auto-destruição das nossas sociedades, é fundamental que a Educação Socioambiental das juventudes, tão necessária para a transformação dos modelos de produção e consumo, tenha como frutos a geração de emprego e renda em outros modelos socioeconômicos, o acesso aos saberes, práticas e tecnologias para construção de sociedades sustentáveis, às tecnologias de informação, à fruição intelectual e cultural, etc.

No Brasil, a juventude organizada por meio de sistemas de redes, incorpora as principais estruturas sociais de proposição, monitoramento, avaliação e co-execução de Políticas Públicas de Juventude. Quando se tratando de políticas ppúblicas de juventude na área ambiental, a situação é ainda mais importante. Na atualidade existem mais de 300 jovens interligados no sistema de redes, procurando formas de reverter o quadro descrito acima e buscando meios de minimizar seus impactos na sociedade onde vivem.

A juventude brasileira, organizada e unida de forma a contemplar um momento onde se definirão as estratégias, as identidades, as prioridades e as formas de exercer o controle social e onde se poderá orientar as bases para a formação das juventudes brasileiras para o enfrentamento da crise socioambiental que agrava exponencialmente.

A Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude bem como a III Conferência Nacional de Meio Ambiente realizadas em 2008 deliberaram como prioridade o Programa Nacional de Juventude e Meio Ambiente, que fomenta a formação de jovens para o enfrentamento da crise socioambiental e os espaços de participação das juventudes brasileiras na proposição e acompanhamento de políticas públicas.

O ano de 2009é extremamente propício para a Juventude aprimorar sua forma de contribuição à sociedade brasileira na construção de uma sociedade mais harmônica, justa, equitativa e sustentável.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

VII Concurso Nacional de Jingle

“A família na prevenção ao uso de drogas”

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas lança VII Concurso Nacional de Jingle e convida a todos os jovens que gostam e têm habilidade musical, para participar. Mais uma vez, o desafio é unir música e informação para previnir o uso de drogas.

 

Este ano, o concurso tem como tema “A família na prevenção ao uso de drogas”.

 

A família pode ser uma grnade aliada na prevenção ao uso de drogas. Uma convivência familiar saudável, na qual os filhos se sentem amados, valorizados e respeitados, podem ser um importante fator de proteção para a vida deles.

Quando a família está presente e sabe discutir as regras, com assertividade, estimulando a autoestima e a autoconfiança dos filhos, proporciona que eles se sintam seguros de si mesmo e parte importante da família e da sociedade.

Entendemos que a família é um ponto fundamental da rede social de proteção, na qual deiversos profissionais ligados à educação, saúde, segurança e a comunidade em geral podem somar esforços para desenvolver ações eficazes na prevenção ao uso de  drogas.

Aproveite o tema e expresse seu talento por meio do jingle.

Para obter orientações sobre o concurso e informações sobre a prevenção ao uso de drogas, ligue: 0800 510 0015 ou acesse o portal www.obid.senad.gov.br

Bom trabalho!

Desafios e Perspectivas para as Organizações de Juvenis

Em tempos nos quais o individualismo, o materioalismo e a vaidade são identificados como valores capazes de caracterizar a nossa sociedade soa estranho flar sobre associativismo espontâneo. Principalmente , quando afirmamos que a iniciativa parte da juventude que é uma parcela da população estigmatizada, considerada alienada e vulnerável. Parece mais estranho ainda quando afirmamos que – em muitos casos – esse agir coletivo tem como fim provocar mudanças positivas na realidade. Para quem está na postura de observador participante, não há nada de estranho. Ao contrário, tudo parece natural, espontâneo e legítimo. O objetivo deste texto é trazer um olhar de dentro dessa movimentação da juventude, ou melhor, desse movimento de juventude. Compartilhar as reflexões realizadas por diversos grupos e organizações juvenis de várias partes do mundo sobre como eles se percebem e quais os desafios e perspectivas que apontam para a construção de um mundo melhor.

Primeiramente, faz-se necessário compreendermos o que vem a ser os grupos e as organizações juvenis. Os grupos juvenis se caracterizam como um conjunto de duas ou mais pessoas que se reúnem a partir de interesses comuns, afinidades e laços afetivos de forma espontânea, isto é sem indução. O grupo tem uma identidade, algo simbólico, que é compartilhada por todos os seus integrantes e que permite que os membros se auto-reconheçam como parte de um coletivo.

Há um processo dinâmico de formação e dispersão desses grupos e flexibilidade quanto ao seu foco de atuação que pode ser modificado ao longo do tempo. São grupos de skatistas, crew de grafiteiros, bandas de música, times de futebol, grupos de estudos, grupos literários, de teatro, de dança, entre outros. O grupo é o espaço em que o jovem se relaciona com seus pares, onde ele pode expressar seus pensamentos e sentimentos com liberdade, onde ele pode desenvolver parte significativa da sua percepção do mundo.

Esse associativismo juvenil nem sempre é visto com “bons olhos” pela sociedade que não percebe a singularidade de cada um desses grupos e tende a criar generalizações simplistas e estereótipos, apontando-os como “bandos”, “galeras”, “gangues”, entre outras denominações pejorativas.

“…nos querem todos iguais, assim é bem mais fácil nos controlar. E mentir, mentir, mentir, e matar, matar, matar o que tenho de melhor: minha esperança” (Renato Russo)

De maneira natural, muito desses grupos começam a estabelecer objetivos/propósitos comuns, compartilhados pelos seus integrantes e que lhes abrem caminho para a construção de uma metodologia de intervenção e atuação para alcançar esses objetivos comuns e compactuados. Podemos distinguir as organizações dos grupos juvenis principalmente pelas primeiras possuírem e perseguirem objetivos claros e compartilhados entre os seus membros.

É possível afirmar que a maioria das organizações juvenis, antes de poderem ser percebidas dessa forma, eram grupos juvenis. Essa transição não é simples, nem muito menos rápida. Para alguns grupos chegam ser traumáticas e frustantes e pode até ser identificada como o primeiro grande desafio a ser enfrentado…

UNIFEM lança relatório global "Processos das mulheres no mundo 2008/2009"

Relatório faz alerta para descumprimento dos ODMs (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) na perspectiva da igualdade entre homens e mulheres. Estudo expõe dados sobre a realidade das mulheres no mundo em áreas como mercado de trabalho e economia mundial, poder e decisão, saúde, educação, justiça e violência

As mulheres têm menos oportunidades de se tornar chefes. Enquanto um em cada oito homens tem condições de chegar à posição de chefia, a média entre as mulheres é de uma em cada 40. Essa é uma da série de constatações do relatório bianual do Unifem (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher) "Progresso das Mulheres no Mundo 2008/2009" que foi lançado no dia (30/3), às 14h, na Alerj (Assembleia Legislativa), no Rio de Janeiro. Com o tema "Quem responde às mulheres? Gênero e Responsabilização", a diretora executiva do Unifem, Inés Alberdi, fará o lançamento do relatório no Brasil, cujos dados avaliam o alcance dos ODMs (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio) para a igualdade entre homens e mulheres.

O "Progresso das Mulheres no Mundo 2008/2009" alerta para a possibilidade de descumprimento dos ODMs na perspectiva da igualdade de gênero até 2015, prazo em que todos os objetivos devem ser atingidos. Apesar de avanços como a redução de pessoas que vivem com menos de um dólar por dia, aumento de matrículas nos ensinos primário e secundário e combate ao HIV/AIDS, o relatório verifica atraso na maioria dos ODMs. A redução das taxas de mortalidade materna é um dos ODMs mais difíceis de ser alcançado.

O relatório confirma que a desigualdade de gênero é um dos fatores críticos para cumprimento dos ODMs. Conforme o estudo, a desigualdade de gênero não só reduz a capacidade de as mulheres pobres utilizarem o trabalho para sair da pobreza, como também afeta os aspectos não monetários da pobreza: ausência de oportunidades, opinião e segurança. Na esteira da crise financeira mundial, o "Progresso das Mulheres do Mundo 2008/2009" indica que as desigualdades e as discriminações de gênero, raça e condição socioeconômica vulnerabilizam mulheres, negros e pobres a choques econômicos, ambientais e políticos.

O tema central do relatório - "Quem responde às mulheres? Gênero e Responsabilização" -, é abordado como grande questão para garantia dos ODMs e dos compromissos internacionais voltados às mulheres. Responsabilização significa avaliação do desempenho e imposição de ação corretiva ou de reparação nos casos em que os desempenhos das políticas públicas não forem adequados. Em relação às políticas para as mulheres, esse conceito propõe que as decisões do poder público devem ser avaliadas por homens e mulheres numa base de igualdade.

No Brasil, são instrumentos de mensuração das políticas para as mulheres: Planos Nacionais de Políticas para as Mulheres e Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. O relatório cita o investimento do governo federal de R$ 1 bilhão para enfrentamento da violência contra as mulheres e a promulgação da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) entre as inovações dos países para as políticas para as mulheres.
Lançamento do relatório global do Unifem "Progresso das Mulheres no Mundo 2008/2009"

terça-feira, 31 de março de 2009

O início de um começo sem fim para terminar

Quando comecei a atuar na área ambiental foi meio que surpresa para mim. Já militava há muito tempo, mais na área estudantil. Muitas foram às lutas, bandeiras que defendi. Muitos foram os amigos que fiz... Conhecimentos esse que me fizeram ter algo a mais dos diferentes jovens que hoje existe e que não estão nem aí para a sua vida e para o seu país. Foi a partir do movimento estudantil que comecei a buscar mudanças e a transformar minha vida.

Sempre gostei da natureza, mais nunca tinha me importado tanto com ela.  Sempre tive o pensamento de que planta era lá e eu aqui. Queria elas bem longe de mim. Mais tudo isso mudou quando percebi que sem ela eu não existiria que sem ela eu não conseguiria viver. Foi aí que comecei a buscar.... Que comecei a mudar meu pensamento em relação a tudo o que estava em meu pensamento anteriormente.

Dentro do movimento estudantil comecei a trabalhar com a chamada educação ambiental. Não sabia que era tanto... Que poderia chegar a tanto... Que poderia chegar aonde eu cheguei hoje.

Trabalhar nessa área foi realmente mágico. Foi como se a minha vida tivesse ganhado um brilho a mais. Foram tantas os aprendizados. Tantos os conhecimentos, as descobertas que eu não esperava tanto.

Comecei a militar na temática ambiental em 2002, quando me descobri parte de uma natureza maravilhosa e que eu fazia parte dela a muito tempo e não sabia. Ser Voluntária na maior Floresta urbana do mundo realmente me fez repensar o meu modo de agir, pensar e começar a mudar... Começar a transformar o meu ser. Foi na Floresta da Tijuca, parte constituinte da Mata Atlântica que comecei a transformar meu mundinho "pacato" para o que hoje eu posso dizer "vida louca", com o grande poeta Cazuza já dizia.

Hoje voluntária a muitos e longos proveitosos anos, e uma das fundadoras do Projeto Voluntário PNT (Parque Nacional da Tijuca) e com uma bagagem na área de educação ambiental um pouco pesada. Posso dizer que me sinto realizada por tudo o que já fiz, não só por um Rio de Janeiro melhor, mais por um Brasil sustentável. Foi no Coletivo Jovem de Meio Ambiente do Rio de Janeiro que ganhei mais força nesta área e que me fortaleci enquanto jovem. Com a ajuda de diversos jovens espalhados por todo o país, hoje posso dizer que sou uma pessoa melhor, uma pessoa mais esclarecida e mais disposta a contribuir com o nosso país.

Minha militância nesse grande meio me fez perceber o tão grande é a necessidade de juntos trabalharmos. De como precisamos unir nossas forças para sermos melhores em tudo o que fazemos. Hoje existem no país diversos programas voltados para a juventude. Desde de programas desenvolvidos pelo Governo, quanto pela própria população brasileira.  Que ultimamente tem se mostrado muito preocupada com nossa juventude. Programas esses que muita das vezes parte da própria população. Como foi o caso de muitos jovens de cidades diversas do país. Que diversas vezes lutaram sozinhos para fazerem o que hoje reconhecemos como a grande ação da juventude brasileira. Juventude essa que hoje tem o seu espaço. Que faz parte do seu dia-a-dia à luta por um país mais justo, mais igualitário. Mais ainda temos muito que aprender e transformar.

Todos sabem que nossas vidas não são fáceis, mais mesmo assim a nossa juventude continua a lutar. Tem momentos que sinto falta de tempos passados da história brasileira. Tempos esses que não vivi, mais é como se tivesse. Lembro da juventude do passado. Da juventude reprimida. Do jovem que ao tentar lutar pelos seus diretos eram massacrados, torturados e mortos. Por simplesmente tentarem acabar com o que eles chamavam de "Ordem Pública".

Hoje nossa juventude que tem em mãos o poder de mudança o verdadeiro poder de transformar. Começam a lutar, a buscar mais sobre seus direitos sem se esquecerem de seus deveres. Atualmente, movimentos de juventude estão cada vez mais aflorando em nosso país. Jovens engajados, buscando uma sustentabilidade maior, provocando uma mudança. Jovens no governo, fazendo cada vez mais por nossa juventude. Buscando melhorar nossa situação, lembrando aos nossos governantes que nós "jovens não somos somente o futuro de nossa Nação, mais sim o presente, sem se esquecer de fomos o passado também".

Muito temos a fazer... Juntos transformaremos... Construiremos... Provocaremos mudanças...

Então vamos juntos expressar o que realmente pensamos o que realmente queremos. Vamos fazer de nosso Brasil, um país de mudanças, um país de jovens articulados e responsáveis.

sexta-feira, 27 de março de 2009

A juventude desconectada na Hora do Planeta

Neste momento em que inicio este artigo faltam exatamente um dia, duas horas, treze minutos e trinta segundos para a tão chegada Hora do Planeta. A hora do planeta é um simples gesto de apagar das luzes por sessenta minutos. O que podemos fazer em sessenta minutos?

Desde que nós do Juventude em Construção tomamos ciência do que se tratava a Hora do Planeta, nos debruçamos encima do que exatamente podemos fazer em uma hora sem energia elétrica e ainda mais. Em como convencer outros jovens a fazer o mesmo. Afinal, eram apenas sessenta minutos sem energia elétrica, mas que poderiam ser sessenta minutos de muita liberação de energia, porém humana e inofensiva a ao nosso meio ambiente.

Nós do Juventude em Construção acreditamos muito no potencial de mobilização da juventude e mais ainda se tratando de uma boa causa. Nossa juventude tem um potencial verdadeiramente muito valioso e que deve se usado para uma boa causa. Ainda mais se tratando de uma causa tão nobre – refletir sobre a ameaça das mudanças climáticas.

O Grupo Juventude em Construção se juntou ao WWW Brasil que este ano promoverá pela primeira vez no Brasil, um ato simbólico pela Hora do Planeta. Juntamos-nos nesse ato para que fosse possível misturar o potencial de articulação e divulgação do WWF com o poder de mobilização de nossas juventudes. Casamos nossos ideais e juntos começamos a trabalhar para que na Hora do Planeta, nós jovens possamos fazer desse momento, uma grande hora de reflexão sobre as crises ambientais de nosso planeta.

Por um simples gesto de apagar as luzes chegamos a conclusão de que podemos contribuir e muito para que no futuro tudo seja diferente. Imagina se incorporarmos em nossas vidas, em nosso cotidiano, em nossa rotina esse gesto de uma vez por dia, desconectarmos nossa energia elétrica e ficássemos durante esses sessenta minutos por dia somente com nossa energia vital. Existem milhares de coisas que podemos fazer sem energia elétrica, afinal, vivemos por milhares de anos sem ela. Não vai ser agora que isso vai mudar né!?

Nós jovens brasileiros precisamos demonstrar nossa capacidade de reflexão sobre as mudanças climáticas do planeta e nos mostrar dispostos a tomar atitudes e a assumir responsabilidades para minimizar nossos impactos na sociedade. É preciso tomar atitudes para reduzir estas ameaças ao nosso planeta. Precisamos dele e ele de nós para sobreviver.

O Grupo Juventude em Construção se une aos bilhões de vozes em todo o planeta, nesta convocação dos diversos líderes mundiais de juventude para assumirem essa responsabilidade para si e para sua família e a fazerem parte dessa solução do problema.

Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala.